Cabo Verde prepara a próxima candidatura a subvenção do fundo Global para o VIH, Tuberculose e Malaria
O Ministério da Saúde, através da CCM Cabo Verde – Comissão de Coordenação Multissetorial para o Fundo Global, realizou um Atelier de Sensibilização sobre o Programa Nacional de Luta contra o VIH, a Tuberculose e a Malária, nesta quarta –feira, 26 de novembro 2025, na cidade da Praia.
Abertura oficial do Atelier este a cargo do Ministro da Saúde, Dr. Jorge Figueiredo, que enfatizou a necessidade de um diálogo interno robusto que permita construir ideias sólidas sobre aquilo que o país pretende alcançar no próximo programa.
“O atual ciclo de financiamento do Fundo Global para as três doenças (GC7) aproxima-se do seu término. Em breve, iniciaremos os preparativos para a candidatura de Cabo Verde à uma nova subvenção. Este processo exigirá clareza de prioridades, visão partilhada e uma leitura realista das necessidades do país. É, portanto, pertinente e oportuno iniciar desde já um diálogo interno robusto que permita construir ideias sólidas sobre aquilo que pretendemos alcançar no próximo programa” referiu.
O referido Atelier visa de criar um espaço de sensibilização e de troca de experiências, permitindo que os líderes da sociedade civil se envolvam desde já no planeamento e na implementação de estratégias que apoiarão a candidatura de Cabo Verde ao Fundo Global, garantindo o enfoque em direitos humanos, equidade na saúde e sustentabilidade das intervenções.
O Programa Nacional de Luta contra o VIH, a Tuberculose e a Malária constituem uma das principais estratégias do Governo para o alcance das metas de saúde pública e o cumprimento dos compromissos internacionais no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Neste momento, Cabo Verde prepara-se para iniciar os trabalhos de apresentação da sua candidatura à próxima subvenção do Fundo Global, o que reforça a necessidade de consolidar o diálogo multissetorial e de envolver de forma estruturada os atores estratégicos na resposta às três doenças.
Reconhecendo o papel central das organizações da sociedade civil, particularmente aquelas que trabalham com populações-chave e vulneráveis, torna-se fundamental promover momentos de articulação, capacitação e alinhamento estratégico, assegurando que as ações implementadas em nível comunitário estejam alinhadas com as prioridades nacionais e contribuam de forma efetiva para o fortalecimento da resposta nacional ao VIH, Tuberculose e Malária.













