Em comemoração ao dia Mundial da Saúde, este ano sob o lema “Envelhecimento e Saúde com o slogan: uma boa saúde, mais vida aos anos”, o Centro Nacional de Desenvolvimento Sanitário/Ministério da Saúde, realizou na manhã de hoje, um encontro de reflexão, que teve lugar na sala de reuniões do Hospital Dr. Agostinho Neto, pelas 10.00 horas.

 

A Sessão de Abertura, foi presidida por S.Excia. a Sra Ministra Adjunta e da Saúde, e contou com a presença do Representante da OMS, do Director Nacional da Saude, do Presidente do Centro Nacional do Desenvolvimento Sanitário e de profissionais da Saúde entre outros.

 

O evento incluiu a apresentação de dois temas importantes: “O Envelhecimento e a Saúde”, apresentado pelo Dr. Dario Dantas dos Reis e “A Fármaco - vigilância na 3ª idade – Poli medicação e risco de interacção medicamentosa”, apresentado pela Dra. Djamila Reis, Presidente da ARFA.

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A Ministra Adjunta e da Saúde, Cristina Fontes, afirma que com o envelhecimento o Ministério da Saúde, depara com novos desafios tais como: as doenças crónicas cujo tratamento implica mudança de estratégia, primeiro na reorganização dos Centros de Saúde e fazer sobretudo um trabalho junto das comunidades e evitar que estas doenças se tornem crónicas, pois todas as doenças ligadas ao envelhecimento merecem um tratamento adequado no quadro de uma atenção primária, garante Cristina Fontes.

Por outro lado, traçar uma Estratégia Nacional de Financiamento, e junto da população definir os gastos prioritários para saúde sobretudo as ligadas às doenças não transmissíveis que segundo ela tem sido as mais caras.

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O envelhecimento é um processo natural a que todos estamos sujeitos e requer preparação física, mental e social. Constitui, hoje, um importante desafio aos governos e à sociedade. Com feito, em Cabo Verde, assistimos a um processo de transição epidemiológica e demográfica, que se traduz num aumento da esperança de vida da população (hoje, à volta dos 74 anos), numa diminuição da mortalidade infantil (hoje, à volta das vinte mortes por cada mil crianças nascidas vivas), e num aumento das doenças crónico-degenerativas,defende Artur Correia, Presidente do CNDS.

 

Acredita que estas situações exigem respostas específicas dos serviços de saúde e de outras entidades, implicando adaptações ao nível da capacitação dos recursos humanos, do acesso aos serviços, de cuidados continuados, da participação das comunidades e da alocação de recursos financeiros adequados, nesse processo de promoção de estilos de vida mais saudáveis, que garantam uma velhice com saúde e com mais vida.

 

 

 

 

 

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