A Ministra adjunta e da saúde,Dra. Cristina Fontes, acompanhada da Directora Geral da Farmácia e do Medicamento, Dra. Ângela Silvestre, efectuou uma visita hoje, 18, às instalações da EMPROFAC no Tira Chapéu, para se inteirar das perspectivas de funcionamento e de desenvolvimento desta empresa. Enquadrada no quadro da reorganização do sector farmacêutico e da Implementação da nova Orgânica do Ministério da Saúde.

 

Segundo a Ministra, a EMPROFAC é uma empresa sólida que garante o fornecimento de medicamentos aos privados e aos hospitais autónomos, mas tem claramente uma ambição como empresa pública tem orientações das tutelas que envolve o Ministério das Finanças, da Economia e a da Saúde. Numa prespectiva de avançar com mais qualidade e melhor intervenção “estou convencida que este é o desafio da nova administração”.

 

Fontes diz que, pretendem fazer uma reforma Global no sector das farmácias e dos medicamentos, ou seja, apostar numa serie de movimentação na área, e garantir uma reforma do quadro institucional da Farmácia e do Medicamento nos próximos tempos. Com vista a melhorar o acesso aos medicamentos, evitar roturas e garantir que todos possam ter acesso ao medicamento. “portanto teremos aqui grandes ganhos não só para melhor servir a população mas também para alavancar uma economia que nesta área também poderá funcionar melhor”

 

“Próxima semana vamos inscrever no conselho de Ministros a nova lei da prescrição médica que irá determinar também melhorias neste sector, com obrigatoriedade dos prescritores, os prescritores utilizarão a denominação comum internacional, ou seja, passar genéricos, é essa a política que se pretende manter conjuntamente com a lista nacional de medicamentos…”salienta a Ministra.

 

Para a Ministra as Farmácias privadas precisam ser analisadas “fazer um controlo cerrado às farmácias privadas das ilhas do sal e da Boa Vista que não estão a responder às demandas da população e revisitar o mapa das farmácias em Cabo Verde, fazer um estudo das áreas, no sentido de saber se está ou não cobrir suficientemente…”. Promete apostar na intervenção no sentido de fiscalizar e regular para que as farmácias possam funcionar de melhor forma.

 

Explicou ainda que “Teremos a Direcção-Geral de Farmácias a definir políticas e a regulamentar, a Agência de Regulação e Supervisão dos Produtos Farmacêuticos e Alimentares (ARFA) a regular, a EMPROFAC a importar e a distribuir e a IMPHARMA a produzir e a internacionalizar-se”.

 

Acredita que para garantir que todo o sistema possa funcionar correctamente, o INPS tem também que assumir as suas responsabilidades, articular se com as farmácias e responder em tempo ao reembolso.

 

Com estas articulações e reformas haverá controlo de circulação de medicamentos, diminuição de roturas, e uso racional de medicamentos, melhorias essas, para melhor servir a população.

Ministério da Saúde e da Segurança Social

 
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