O Ministro da Saúde e da Segurança Social, Arlindo do Rosário, apontou a hipertensão arterial como uma das principais causas de mortalidade no país, dizendo que “a hipertensão arterial, doença de evolução bastas vezes silenciosa, uma das principais causas de doença de foro cardiovascular e de insuficiência renal crónica e que conjuntamente com as doenças oncológicas ocupam os primeiros lugares no que diz a mortalidade e morbilidade em Cabo Verde”.

O Ministro da Saúde e da Segurança Social, Arlindo do Rosário, apontou a hipertensão arterial como uma das principais causas de mortalidade no país, dizendo que “a hipertensão arterial, doença de evolução bastas vezes silenciosa, uma das principais causas de doença de foro cardiovascular e de insuficiência renal crónica e que conjuntamente com as doenças oncológicas ocupam os primeiros lugares no que diz a mortalidade e morbilidade em Cabo Verde”.

Durante o ato oficial de Comemoração de Maio Mês do Coração/Dia Internacional da Hipertensão, que decorreu na manhã desta sexta-feira, o governante, sublinhou ainda que este encontro é uma oportunidade para a discussão e reflexão profunda sobre esta temática.

O titular da pasta da Saúde defendeu que é necessário ter uma visão integrada sob uma perspetiva de influenciação de três vertentes: o prestador, o utente e o gestor, “por forma a potencializar e definir melhor as estratégias em relação a esta problemática”.

O governante destacou ainda que nessa matéria é preciso aprofundar mais em algumas questões, nomeadamente, medir o impacto das medidas adotadas, fazer o seguimento e avaliação das normas por forma a ter o devido enquadramento desta matéria, bem como o envolvimento de outros stakeholders.

“As informações que chegam com aos utentes têm tido impacto e tem ocasionado mudanças de comportamento. E caso isso não esteja a acontecer que razões estão na base dessa resistência”, refletiu o Ministro.

Artur Correia, Diretor Nacional de Saúde, sublinhou na sua intervenção que é preciso que os profissionais de saúde mudem esse “chip”. “Temos de mudar este paradigma de somente em que os profissionais de saúde somente atuam nesta área, mas também é preciso trabalharmos no envolvimento e engajamento da população, pois só assim estaremos melhor preparados para enfrentar e minimizar os efeitos dessa doença”, concluiu.

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