O Diretor Nacional de Saúde, Artur Correia, afirmou que 23% dos custos da saúde são suportados pelas populações, e é neste sentido que estão a trabalhar numa perspetiva de eliminação progressiva dos custos diretos e das despesas chamadas despesas catastróficas.

“Neste momento podemos dizer que a população contribui diretamente para a saúde com uma percentagem muito elevada. Cerca de 23% dos custos da saúde são suportados pelas populações. Queremos evitar o empobrecimento das famílias devido às despesas, chamadas despesas catastróficas, mas isso vai depender do desenvolvimento da providência social e é neste sentido que vamos trabalhar”

Artur Correia que falava à margem da cerimónia de abertura do Atelier de Validação Plano Nacional de Desenvolvimento Sanitário 2017/2021, que teve lugar nesta segunda feira (24), na cidade da Praia.

Segundo o Diretor Nacional da Saúde, o PNDS irá reforçar a liderança do setor da saúde, mas também ao mesmo tempo “promover sinergias necessárias com os outros setores, não só público, da sociedade civil, mas também com próprio setor privado”.

“Queremos um plano com uma visão moderna da saúde, uma visão holística e descentralizada que valorize os condicionantes sociais, que nós sabemos que tem implicação direta na nossa saúde” frisou.

Este plano reflete a situação epidemiológica do país e está alinhado com o Plano de Desenvolvimento Sustentável, com o Programa do Governo e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O PNDS vai promover a humanização e a boa gestão dos recursos disponibilizados ao setor da saúde e permitirá que os dois setores (público e privado) trabalham de forma harmoniosa e complementar.

foto validação PNDS 1

 

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